O Vos Omnes

por Alberto Cunha Os motetos de Taubaté são assim denominados porque foram encontrados nessa cidade paulista pelo musicólogo Régis Duprat e sua equipe. São composições corais sacras de autoria anônima que datam do século dezoito e consideradas das mais antigas obras musicais escritas no Brasil. São oito, ao todo: Pater mi, Bajulans, Angariaverunt, O vosContinue a ler “O Vos Omnes”

AY LUNA QUE RELUZES

Texto por: Alberto Cunha No século 15 foram feitas compilações de poesias, geralmente destinadas a leitores cultos ou aristocráticos, intituladas Cancioneiros. As compilações que continham poemas com música eram denominadas Cancioneiros Musicais. Destes últimos, os mais famosos são o Cancioneiro de Palácio, o Cancioneiro d’Elvas e o Cancioneiro de Upsala. Todavia, este Cancioneiro de Upsala,Continue a ler “AY LUNA QUE RELUZES”

A “Paixão Segundo Cristino” de Geraldo Vandré

Na Semana Santa é celebrada a Paixão de Cristo, seu calvário, sua morte e sua ressurreição. Em 325 d.C, o Concílio de Niceia, organizado pelo Papa Silvestre I, decidiu que deveria se estabelecer a “Semana Santa” que seria comemorada por uma semana (do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa). A música brilhantemente expressa todaContinue a ler “A “Paixão Segundo Cristino” de Geraldo Vandré”

QUEL TRISTAREL D’AMORE – Paolo Belasio (? – 1594)

A música vocal renascentista é referência fundamental para a prática do canto e deveria ser presença constante no repertório de qualquer grupo coral que almeje um trabalho sólido e de qualidade.           Além dos gêneros mais elaborados da música secular e sacra, como os madrigais e os motetos, há inúmeras obras de caráter mais simples,Continue a ler “QUEL TRISTAREL D’AMORE – Paolo Belasio (? – 1594)”

O coro entra em cena

“o primeiro contato do público com o Coro é visual” – Reynaldo Puebla A palavra chorus, de origem grega, tem em seu significado primeiro no tempo de Ésquilo, Eurípedes e Sofócles identificar muito mais do que aquilo que se entende como o canto coral hoje, estando relacionada com a dança e com a narrativa poética.Continue a ler “O coro entra em cena”

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