O Vos Omnes

por Alberto Cunha Os motetos de Taubaté são assim denominados porque foram encontrados nessa cidade paulista pelo musicólogo Régis Duprat e sua equipe. São composições corais sacras de autoria anônima que datam do século dezoito e consideradas das mais antigas obras musicais escritas no Brasil. São oito, ao todo: Pater mi, Bajulans, Angariaverunt, O vosContinue a ler “O Vos Omnes”

AY LUNA QUE RELUZES

Texto por: Alberto Cunha No século 15 foram feitas compilações de poesias, geralmente destinadas a leitores cultos ou aristocráticos, intituladas Cancioneiros. As compilações que continham poemas com música eram denominadas Cancioneiros Musicais. Destes últimos, os mais famosos são o Cancioneiro de Palácio, o Cancioneiro d’Elvas e o Cancioneiro de Upsala. Todavia, este Cancioneiro de Upsala,Continue a ler “AY LUNA QUE RELUZES”

QUEL TRISTAREL D’AMORE – Paolo Belasio (? – 1594)

A música vocal renascentista é referência fundamental para a prática do canto e deveria ser presença constante no repertório de qualquer grupo coral que almeje um trabalho sólido e de qualidade.           Além dos gêneros mais elaborados da música secular e sacra, como os madrigais e os motetos, há inúmeras obras de caráter mais simples,Continue a ler “QUEL TRISTAREL D’AMORE – Paolo Belasio (? – 1594)”

Sanctus (Franz Schubert)

Dentre as milhares de obras corais que se encontram no acervo de partituras do CORALUSP, eu gostaria de comentar este “Sanctus”, do compositor austríaco Franz Schubert (1797-1828). Esta peça faz parte da Deutsche Messe (Missa Alemã) do compositor, assim denominada porque o texto litúrgico que normalmente é cantado em latim está traduzido para o alemão.Continue a ler “Sanctus (Franz Schubert)”

Borges, Piazzolla e um tal Jacinto Chiclana

“….yo me acordé que me habían contado una vez, en una confitería en el Once una historia: un malevo es atacado por otros y que se defiende y lo matan. Ese malevo se llamaba Jacinto Chiclana.” Jorge Luis Borges Resumir a genialidade de Jorge Luis Borges e Astor Piazzolla em poucas linhas é tarefa árdua.Continue a ler “Borges, Piazzolla e um tal Jacinto Chiclana”

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